Anexo e Apêndice do Estudo da malária
Estudo da Malária
A malária
O estudo a ser analisado aborda acerca da malária, foi conduzido
pelos autores:
Rosário Cangomba
Emília Espora
1ª Edição
Editado e publicado em
Moçambique (Beira).
Av. Krusse Gomes, Ano:
2017.Anexo
O ciclo do Plasmodium
O
ciclo de vida de todas as espécies de Plasmodium é complexo. A infeção em
humanos começa com a picada de uma fêmea infectada do mosquito. Enquanto ela se
alimenta, esporozoítos (1) saem das
suas glândulas salivares, entram na corrente sanguínea e rapidamente invadem as
células do fígado (hepatócitos). Este processo é tão rápido que em torno de 30
min após a infeção, já não há mais esporozoítos na corrente sanguínea. Nos
14-16 dias seguintes, os parasitas, que estão em sua fase hepática (ciclo
hepático), se diferenciam e sofrem multiplicação assexuada dando origem a
dezenas de milhares de merozoítos (2) que
eclodem na ruptura de cada hepatócito. Cada merozoíto assim formado, então,
invade um eritrócito, onde passa por mais uma etapa de multiplicação produzindo
de 12 a 16 merozoítos por esquizonte (glóbulo vermelho contaminado) (3). A duração deste estágio
eritrocítico depende da espécie do parasita, sendo de 48 h para P. falciparum, P. vivax, e P. ovale e de
72 h para P. malariae.
Ciclo eritrocitário
– As manifestações clínicas da malária, febres e calafrios, são associadas com
a ruptura sincronizada dos eritrócitos infectados. A maior parte dos merozoítos
liberados na eclosão dos esquizontes, ou seja eritrócitos infectados (4) invade outros eritrócitos (5) dando origem a outros esquizontes
6. Alguns, todavia, se diferenciam em formas sexuadas masculinas e femininas
chamadas de microgametócitos e macrogametócitos, respectivamente (7). Estes gametócitos permanecem na
corrente sanguínea até serem ingeridos por uma fêmea do Anopheles numa eventual
refeição de sangue.
Ciclo esprogônico
– Dentro do intestino delgado do mosquito, os gametócitos 8 sofrem rápida divisão
celular, produzindo (8) microgametas
flagelados cada um, os quais fertilizarão os macrogametas (9) formando assim os ookinetos (macrogametas fecundados) (10). Os ookinetos atravessam a parede
do intestino e formam cistos em sua parte exterior, chamados de oocistos (11). Em poucos dias os oocistos sofrem
a esporogenia e se rompem liberando centenas de esporozoítos (12) que, eventualmente, migrarão para
as glândulas salivares do mosquito prontos para serem injetados em outro
hospedeiro.
Ciclo de vida do Plasmodium
[Imagem 1]
Reprodução do
mosquito Anopheles [Imagem 2]
Dosagens correta para a malária. Tabela 1
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Droga
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Dose Adulta
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Atovaquone (250mg) mais o
proguanil (100mg)
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1 tabuleta diária
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Choloroquine
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tabuletas da base 300mg uma vez
semanalmente
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Doxycycline
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100mg oral diariamente
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Sulfato de Hydroxycholoroquine
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base 310mg uma vez semanal
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Mefloquine
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base 228mg uma vez semanal
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Primaquine
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base 30mg oral diária
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Gastos do consumo para a realização
do presente trabalho
Para
os gastos feitos para a realização do presente trabalho convém realizar uma
tabela que poderá ilustrar perfeitamente isso:
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Material
utilizado
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Valor em
metical
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Digitação
e organização gráfica incluindo com a colocação das tabelas
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850, 00
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Utilização
de dados (internet)
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100, 00
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Encadernação
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75, 00
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Caderno e
caneta para anotação de dados importantes no momento da pesquisa
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35, 00
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Transporte
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28, 00
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Total
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1088, 00
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Apêndice
Anopheles ou mosquito
Anopheles,
comumente chamado mosquito-prego no Brasil e anofeles, melga
ou simplesmente mosquito em Portugal, é um género de mosquito com ampla
distribuição mundial, presente nas regiões tropicais e subtropicais, incluindo
Portugal, o Brasil, a China, a Índia e a África. É o agente transmissor da
malária e, em alguns casos, da filariose. Os mosquitos-fêmea deste gênero são,
para os humanos, os animais mais mortais do mundo, causando anualmente a morte
de mais de 1 milhão de pessoas.
Os anofelinos são hematófagos e
várias espécies do gênero são vetoras do Plasmodium, o protozoário
causador da malária. Dentre essas, destacam-se Anopheles maculipennis
(Europa), A. culicifacies (Índia), A. minimus (de Assam até a
China e Filipinas), A. gambiae e A. funestus na África; no
neotrópico, A. albimanus (México), A. nuñeztovari (Venezuela e
Colômbia), A. darlingi e A. aquasalis (Brasil). Outras espécies
importantes na transmissão da malária no Brasil são A. bellator e A.
cruzii, os equivalentes ecológicos das duas últimas, no sul do país -
região atualmente livre da doença. Menos importante é Anopheles albitarsis.
Plasmodium
O Plasmodium é um
parasita unicelular protozoário, que infecta os eritrócitos, causando a
malária. É transmitido a seres humanos pela picada da fêmea do mosquito Anopheles.
São parasitas esporozoides das células sanguíneas. Têm diversas formas, de
acordo com a fase do ciclo de vida, e em média cerca de 1-2 micrómetros de
diâmetro (a hemácia tem cerca de 7 micrómetros). Têm duas fases de reprodução,
assexual no ser humano e sexual no mosquito.
Há cinco espécies que infectam
humanos: P.falciparum, P.vivax, P.ovale, P.malariae
e P.knowlesi.
Experimento ou teste acerca da malária cerebral

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