Movimento de terra
Movimento de terra ou terraplanagem,
é definido “como o conjunto de operações de escavações, carga, transporte,
descarga, compactação e acabamento executados a fim de passar-se de um terreno
em seu estado natural para uma nova configuração desejada,” segundo um site de
engenharia.
O
movimento de terra deve ser precedido da preparação do terreno, que pode
envolver algumas das seguintes etapas:
- Desmatamento – retirada de vegetação de grande porte. Pode ser feita com motosserra ou com equipamentos do tipo trator esteiras;
- Destocamento – remoção dos tocos que restam após a derrubada das árvores. Desaconselha-se fazer queimadas no canteiro de obras;
- Limpeza – retirada da vegetação rasteira;
- Remoção da camada vegetal –A camada de solo que pode ser considerada um banco genético, deve ser retirada particularmente pois não pode ser utilizada em aterros.
Máquinas usadas para trabalhos de movimentos de
terra
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O movimento de terra engloba as
seguintes modalidades:
1) Corte
– remoção de solo ou rocha mediante escavação, com a finalidade de regularizar
o terreno (aplainamento) ou para se atingir uma cota inferior;
2) Aterro
– colocação de solo vindo de outro local com a finalidade de regularizar o
terreno ou para se atingir uma cota superior;
3) Corte + Aterro
– chamada seção mista. Neste tipo de operação, o material removido de um ponto
da obra é usado para compensar a necessidade de aterro em outro ponto. Se a
quantidade de escavação compensar a de aterro, não é necessário trazer material
de fora da obra (importar).
• Sondagem de terreno: este
tipo de dado que conduz as camadas de solo a serem atravessadas (tipo de solo e
espessuras das camadas) e também a posição do nível d'água será importante para
a definição do tipo de equipamento a ser utilizado bem como de plano de
execução de terraplenagem.
Ainda serão os tipos de solo
indicados na sondagem que possibilitarão ao projetista de fundações a definição
dos taludes de estabilidade a serem deixados na periferia da escavação.
• Cota de fundo da escavação:
ao se conhecer o nível do pavimento mais baixo, o tipo de fundação a ser
executada e as estruturas de transmissão de esforços para a fundação poderá ser
definida a cota mais adequada para o final da escavação.
• Níveis da vizinhança:
caso não haja estruturas de contenção de vizinhança este será o ponto de
partida para inicio dos taludes periféricos. Caso contrario estes pontos serão
função da estrutura de contenção.
• Projeto de canteiro: este
dado é importante de modo a compatibilizar a escavação no canteiro e vice versa
(exemplos: posição de rampas de acesso, recuos de inicio de escavação para
possibilitar instalação dos alojamentos, sanitários, etc).
Marcadores: Construção civil
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